quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Missão social de Maria
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
AULA A DISTÂNCIA - Maria no livro "Abundantes Divitiae gratiae suae"
Ir. Patrícia: Boa noite a todas. Vamos retomar nosso estudo por meio do livro do bem-aventurado Alberione sobre a História Carismática da Família Paulina,"Abundantes Divitiae gratiae suae".
Karla também enviou sua participação.
Karla: Boa noite, irmã Patrícia!No artigo 289 do AD: Segundo os Padres, Lucas aprendeu de Maria o que contou da vida privada de Jesus, a anunciação, a visita a Isabel, o nascimento, o encontro de Jesus no Templo e a submissão que Jesus tinha aos pais... e tb o crescimento em sabedoria e graça em Nazaré. mMria falou de Jesus aos apóstolos.
Ir. Patrícia: É hora de encerrar esta aula a distância que a meu ver foi muito proveitosa. Responda e faça a sua avaliação na enquete. Boa noite a todas, com as bênçãos de Maria, neste mês em que celebramos a festa litúrgica do bem-aventurado Tiago Alberione, no dia 26.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
ATIVIDADE 5 - VIA HUMANITATIS
O que é Via humanitatis?
É uma oração que segue o modelo da “Via sacra”. Enquanto a “Via sacra” se desenvolve sobre um só segmento da paixão e morte do Salvador, a “Via humanitatis”, proposta por Padre Alberione, tem uma dimensão cósmica. O destino da pessoa humana – o seu “Caminho” – começa com a criação e a revelação natural, passa através da revelação sobrenatural da Bíblia, culminando na Encarnação de Cristo, continua na vida da Igreja e se conclui na parusia e na vida eterna.
Metodologia
Não é só uma oração, portanto, mas uma proposta teológica, baseada na doutrina de Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida. Cada um dos 30 quadros dos quais é composta a “Via humanitatis”, tem um enunciado teológico (Verdade), uma invocação para assimilar o enunciado na vida concreta (Caminho) e uma oração (Vida).
A cada quadro são acrescentadas as referências bíblicas correspondentes, para facilitar a utilização durante a Hora de Adoração e a meditação pessoal.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
ARTIGO 1

Pe. João Roatta, ssp (1913 –1985)
Apresentar a mariologia de nosso Fundador é, a meu ver, trabalho não isento de dificuldades. Para justificar a afirmação e favorecer, simultaneamente a compreensão de tudo o que ele nos deixou sobre
o assunto, pareceu-me oportuno relatar o suceder-se das impressões em mim despertadas e que me acompanharam durante o trabalho de seleção e esquematização de seus escritos sobre a Virgem Mãe.
Volumosa produção de escritos marianos
A pesquisa realizada em grande parte dos escritos do Pe. Tiago Alberione, a fim de descobrir-lhe as principais linhas de reflexão, induziram-me a assinalar, juntamente com muitos outros temas, também as passagens nas quais ele fala de Maria Santíssima. No fim, encontrei-me com um acervo de centenas de anotações, algumas das quais incluíam longas páginas e até livros inteiros dedicados pelo Pe. Alberione a Maria. Analisei já 1698 páginas nas quais ele fala expressamente de Maria ou a ela se refere de algum modo.
Num primeiro balanço do vasto material, achei-me diante de um aglomerado de elementos que se sucedem e repetem sem ordem ou com escasso planejamento crítico. Senti-me seriamente embaraçado e surgiu-me angustiosa a pergunta: Seria possível extrair desse volumoso acervo de páginas, algo de válido e original? Alguma coisa que possibilitasse estruturar as idéias mestras do pensamento mariológico do Pe. Alberione, que nós devemos assumir e promover no seio de nossa família religiosa e, eventualmente, pôr à disposição dos outros?
A pesquisa, contudo, punha em evidência uma constatação que não podia ser subestimada: em toda a sua produção literária, Alberione reservou lugar preponderante ao tema "Maria", o qual constitui a "constante" preferencial e indispensável da sua reflexão, ocupando lugar de primeiro plano até quantitativamente. Limitando-nos mesmo aos livros que escreveu, mais de metade são dedicados a Maria.
Uma segunda pergunta era, portanto, espontânea: como explicar sua insistência sobre "Maria", preferindo este a outros possíveis e plausíveis temas relacionados com sua missão específica? Em outros termos: que representa Maria para a missão específica do Pe. Alberione?
Outras fontes de pesquisa
A segunda pergunta sugeriu mudança de focalização. Fazia-se necessário, talvez, ter presente, além das 1698 páginas, o conjunto da figura e obra do Pe. Alberione, como a conhecemos ao longo de quarenta e seis anos. Ela nos facilitaria, talvez, a descoberta do verdadeiro sentido da sua devoção mariana e da eventual mensagem que nela se encerrava para nós.
Desfilava então, ante minha memória, suas fidelíssimas horas de oração diária, o número incontável de rosários - cujo cálculo seria certamente mais difícil do que o das frases escritas - e sua insistência sobre a devoção a Nossa Senhora, a indefectível introdução mariana para qualquer curso de exercícios espirituais ou retiros mensais ...Uma coisa sugere outra, ocorreu-me a idéia de reler as cartas que dele recebi durante minha permanência no Brasil (1955-1969). Descobri nela interessante veio mariano, no qual não tinha reparado, quando as cartas me chegavam espaçados no tempo. Descobri expressões interessantes e insistentes, condensadas em fórmulas breves, nunca repetidas, como: "Com rosários fervorosos e coroazinhas a São Paulo, achar-se-á uma solução; eu o faço daqui . "Peço à Rainha dos Apóstolos que ilumine". "A Rainha dos Apóstolos guarde a todos!" "Maria Mestra. Assunto tão santo, tão querido, tão útil!" "Se publicardes um periódico sobre Maria alcançareis mais graças". "Confiança em santos rosários ... ", e numerosas outras sugestões e lembretes que constituíam o tecido de ininterrupta conversa mariana administrada por gotas.
Tornou-se-me evidente que a mensagem mariana do Pe. Alberione devia ser fruto de múltiplas comparações. Efetivamente, apresentava-se com toda clareza que a devoção a Maria, além de ser para o Pe. Alberione o esforço persistente de sua atividade sacerdotal e literária, era mais ainda compromisso sério de oração e de vida, insinuando-se até na correspondência de certo modo oficial entre duas pessoas.
Adentrando-se e concretizando-se sempre mais nessa direção, minha lembrança detinha-se prazerosamente no período da inauguração da Igreja dedicada à Rainha dos Apóstolos, resultado de um grande esforço extra-apostólico do Pe. Alberione, em cumprimento de uma promessa, cujas raízes afundavam no tempo sangrento e terrível da última guerra mundial. Certo dia, Pe. Alberione teve a coragem - reflexo natural daquela fé sempre vigilante e orientada para a ação - de dizer em nome de todos: "O Maria, Mãe e Rainha dos Apóstolos, se preservares a vida de todos os 'nossos' e 'nossas', levantaremos aqui uma igreja à glória de teu nome". Apesar dos gravíssimos perigos a que estivemos expostos durante a guerra, todos saímos ilesos. Naquele dia, portanto, nossas vidas, nosso sangue, foram postos da maneira mais concreta, na dependência de Maria e para o Pe. Alberione ela se revelou fonte incomparável de ação.
Saltando de um ano para outro, a lembrança deteve-se no dia 26 de novembro de 1971, quando o Pe. Alberione, no leito de morte, já em estado de coma, as mãos apertando o terço desgastado pelo uso, movia ainda os lábios em ritmo incessante - quiçá puramente mecânico - de oração a Maria.
Essa incursão no mundo das lembranças completava em mim a mudança de perspectiva: a mariologia do Pe. Alberione é, acima de tudo, e indubitavelmente uma atitude vivencial. Quem, portanto, quiser acolher sua mensagem mariana para transmiti-la, deverá tomar por ponto de partida, mais do que as páginas em louvor da Virgem, a própria vida e missão do Pe. Alberione. Mais: essas páginas numerosas e desorganizadas perderiam todo valor e sentido, se lidas fora do contexto de sua vida.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
ATIVIDADE REALIZADA 4 - Ana Paula Ramalho

“...Maria deu ao mundo a graça em Jesus Cristo; e continua a oferecê-lo pelos séculos afora. Medianeira universal da graça, e nesta missão é nossa mãe.
O mundo precisa de Jesus Cristo Caminho, Verdade e Vida. Ela o dá por meio dos apóstolos e dos apostolados. Ela os sustenta, os forma, os assiste e os coroa de frutos e de glória no céu.”
Como Maria continua hoje, dando Jesus ao mundo?
Maria se apresenta em todos aqueles que se colocam a serviço do Reino, a serviço da PALAVRA... A muitos peregrinos levando uma mensagem de paz e de esperança através de seu trabalho apostólico nas comunidades, confiantes na presença materna de Maria que como diz Pe. Alberione no seguinte artigo: “Maria os sustenta, os forma, os assiste e os coroa de frutos e de glória no céu.”
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
ATIVIDADE REALIZADA 3 - Rosângela Carneiro Chaves
LEITURA
Texto Bíblico: Lucas 22, 39-46
“Jesus saiu e, como de costume, foi para o monte das Oliveiras. Os discípulos o acompanharam.
Chegando ao lugar, Jesus disse para eles: “Rezem para não caírem na tentação.”
Então, afastou-se uns trinta metros e, de joelhos, começou a rezar: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice.Contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua!”
Apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava. Tomado de angústia, Jesus rezava com mais insistência. Seu suor se tornou como gotas de sangue, que caíam no chão. Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos, e os encontrou dormindo, vencidos pela tristeza.
E perguntou-lhes: “por que vocês estão dormindo? Levantem-se e rezem, para não caírem na tentação.”
MEDITAÇÃO
Jesus ao retirar-se no monte das Oliveiras para rezar, no momento de grande tentação, tristeza e também da decisão definitiva, angustia-se por ver que seus discípulos não conseguem permanecer em oração, junto com Ele. O Mestre não tem duvidas diante da missão que o próprio Pai lhe confiou, e mesmo apesar do medo da a angustia que estava sofrendo pronuncia estas palavras: “Não se faça a minha vontade, mais a tua!”.
O gesto de colocar-se em oração profunda ajuda-nos a entrar em comunhão com alguma coisa ou até mesmo com um irmão que sofre por vários motivos, e Jesus ao pedir para os discípulos permanecerem vigiando, ou seja, rezando não é diferente. Jesus pede insistentemente que rezem para não caírem em tentação e que assim sejam fiéis ao seu compromisso até o fim.
ATUALIZAR
“Senhor, multiplicai as pessoas vigilantes a tua palavra, que mesmo diante do barulho do qual vivemos, todos os dias, estejamos em plena comunhão e oração com o Mestre.”
ORAÇÃO
2. Maria,
Rainha dos anjos,
Cheia de graça,
Concebida sem pecado,
Bendita entre as criaturas,
Sacrário vivo de Deus,
“Pelas pessoas que se consagram a Deus,
para que vivam o verdadeiro sentido da comunhão com o Pai.” Ave Maria...
Lembrai-vos do solene e doloroso momento,
Em que Jesus agonizante
Vos confiou são João
Como filho, e nele, todos os homens;
E em particular os apóstolos
De todo os tempos.
“Por todos os jovens chamados para o serviço e a doação de sua vida, seja nas suas comunidades ou em outros lugares.” Ave Maria...
Desde então
Como é grande o vosso amor
Por todos os que se consagram
Ao apostolado,
Seguindo Jesus até o sacrifício!
Maria,
Pelos vossos sofrimentos
E pela paixão do vosso Filho,
Pelo vosso coração de Mãe,
Nós vos pedimos:
“Multiplicai os apóstolos,os missionários, os sacerdotes e as pessoas que se consagram a Deus e as próximo.” Ave Maria...
Resplandeça neles santidade de vida,
Profundo espírito de oração,
Humildade sincera,
Fé autêntica
E o amor generoso.
“Maria fazei brotar no mundo a Paz, resplandeça o seu olhar de Mãe nos corações de quem necessita da GRANDE LUZ, seu Filho Jesus!” Ave Maria...
Que todos sejam santos,
Sal da terra e luz do mundo!
RAINHA DOS APÓSTOLOS, ROGAI POR NÓS.
CONTEMPLAÇÃO
Minha querida mãezinha, que nós como seus filhos muito amados, possamo-nos deixar ser tocados pelo amor generoso e filial do seu Filho Jesus. Buscando ser verdadeiros apóstolos, mesmo diante da dor, no desânimo ao caminhar, mais sempre vigilantes ao seu plano de amor e misericórdia.
ATIVIDADE REALIZADA - 3 Ana Karla

Maria esteve com os discípulos nos difíceis momentos depois da morte de Jesus. Esteve também com eles no Cenáculo, recebendo com eles a plenitude do Espírito Santo.
Os discípulos viam nela alguém que podia ajudá-los a serem fiéis a tudo aquilo que Jesus havia vivido e ensinado. Rezemos a oração abaixo pedindo que Maria interceda por nós para que esta leitura orante dê frutos em nossa vida:
Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria,
que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que
tem recorrido à vossa proteção,
implorado a vossa assistência e
reclamado o vosso socorro,
fosse por vós desamparado.
Animado(a) pois com igual confiança,
A vós, ó Virgem, entre todas singular,
como a Mãe recorro.
de vós me valho, e, gemendo
sob o peso de meus pecados,
me prosto a vossos pés.
Não desprezeis as minhas súplicas,
ó Mãe do Filho de Deus humanado,
mas dignai-vos de as ouvir proprícia
e de me alcançar o que vos rogo.
Amém.
Terceira Parte da Coroazinha:
Virgem Imaculada,
Rainha dos Mártires,
Estrela da manhã,
Refúgio dos pecadores,
nos dias em que permanecestes no Cenáculo como
Mestra, conforto e mãe dos Apóstolos,
invocastes e recebestes a plenitude do Espírito Santo,
o amor do Pai e do Filho,
o renovador dos Apóstolos.
Maria, pelas vossas humildes orações, que sempre comovem
o coração de Deus, alcançai-me a graça de compreender
o valor da pessoa humana, que Jesus salvou à custa de seu sangue, na cruz.
Cada um de nós possa viver intensamente o dom de ser
chamado a participar da missão de Jesus.
O amor de Cristo nos impulsione. Sejamos sensíveis
aos apelos dos irmãos que sofrem.
Sintamos em nosso íntimo as necessidades da infância e da juventude,
da idade madura e da velhice.
O espírito missionário nos anime.
Que as necessidades dos povos da África, Ásia, Oceania, Europa e América
nos sensibilizem profundamente. E o apostolado do testemunho,
da palavra, da oração, da imprensa, do cinema, do rádio, da televisão e de
todos os meios de comunicação social, despertem corações generosos
para a renúncia de tudo, até a entrega total da própria vida.
Escutai a nossa prece, Mãe da Igreja, Rainha dos Apóstolos!
Rainha dos Apóstolos, rogai por nós!
1- Leitura
O que diz o texto da oração?
Leio e releio a terceira parte da coroazinha.
Procuro perceber alguma frase ou expressão mais forte, que me toca mais.
2- Meditação
O que a oração diz para mim?
Relembro textos bíblicos que tem relação com a oração.
Faço a ligação do texto da oração com a vida de hoje em seus diversos aspectos;
Pessoal, comunitário,etc
3- Oração
O que o texto me inspira a dizer a Deus?
Em silêncio, faço minha prece a Deus, dizendo a ele tudo aquilo que me veio ao coração
durante a leitura e a meditação.
4- Contemplação
Que propósito eu assumo inspirado pela leitura, meditação e oração?
Anoto a frase da coroazinha que me ajudará a viver o compromisso assumido e
A recordo durante o dia.
Faço uma prece final agradecendo a Deus pelas luzes e pedindo forças para ser fiel ao compromisso assumido.



